João Sousa num período extremamente fertil no que toca à facilidade com que desencadea reflexões, sobre diversos temas, talvez relacionados, nos mais variados sitios, e ocasiões. Acontece, que nunca tem nada à mão para apontar e escrever depois. Porém, não creio que valesse a pena, uma vez que essas reflexões, tem sido extremamente prolongadas, e encadeamente dinamicas. A ultima das quais respeita àquilo que são as posições e maneiras de ser de cada um, no que toca a relações inter-pessoais. Foi um monólogo interior muito interessante. As conclusões não as irei colocar, uma vez quequero que só valha a pena passar pelo processo todo, e como já referi, é algo demorado para escrever aqui. Posso dizer-vos que me parecem haver tres tipos de comportamentos face as relações e ás pessoas envolvidas.
Porém, pergunto-me, para que servem todos esses pensamentos, essas reflexoes, e esses textos, se não passam disso mesmo... tão a ver?
Quem me dera conseguir passar a esse nível, econtrar uma forma de fazer com que a reflexão e as suas conclusões façam melhorar o estado de espirito das pessoas.
Lanço , então, talvez, algo que poderá servir para nova reflexão, e dar um passo no sentido de nos livrarmos da agonia que é não saber o qe fazer com tanto pensamento. É o seguinte: E se for a forma como nós reflectimos, que deverá ser tida em conta para a vida prática? E se for a maneira e o raciocinio utilizados na busca pelas conclusões, que poderão ser usados nessa mesma busca, agora no concreto real objectivo de acordar e sentir que se quiser posso sorrir. Ainda, sor a forma do "se": será que é o instinto de procurar ver o lado positivo da refleção e da conclusão, que deve ser o mesmo usado na perseguição por algo, pá, bom? Não sei, e tenho medo de errar, ou enganar-me ao escrever mais, pelo que fico por aqui, sem prosseguir na refleção. Talvez a retome após esta escrita. Mas permanecerá, como tem sido, de resto, costume, a duvída, e o receio de que o final que chegue seja inutil.
João Sousa, está aqui, e continua a escrever.
(é propositada a passagem à 1ª pessoa)
domingo, 4 de julho de 2010
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