domingo, 4 de julho de 2010
ok, e agora? e depois? - (post feito antes destes dois últimos abaixo)
Tudo o que está aqui. Para que é que serve isso tudo? Pra nada. São palavras, tão ali e não mudam nada. O que me importa, vem das pessoas, está dentro delas, mais nada. Ponto! É uma merda, esta preguiça, vinda de eu não saber pra que é que escrevo. Farta-me para ambos os lados.
Toda esta moral, aqui neste blog, vagabundo, é vã, se não evocar efeitos na vida das pessoas. Eu quero que sim, mas vejo algo que não se assemelha àquilo que é essa conquista. (introdução, explicação à tese)
(a partir daqui, estou insão… insão, eu disse insão. E escrevo o que mais rápido aparece em mente, é sem sentido)
Toda a conclusão e moral, a que se chega após a reflexão é sempre sem sentido. Uma vez que se há a necessidade de se pensar um bocado, reflectir, algo está mal. E contrariamente ao que é sempre feito, e reflectidamente feito a seguir, nunca cabe bem, naquilo que é o sentido prático da vida das pessoas. È algo para além de qualquer problema, é algo que tem de ser feito sem pensar, senão haverá a hipótese de falhar, e haverá a falha e estará tudo perdido. Está tudo perdido, reflectido, e pensado, nada mais, há a fazer o começo do novo que não terá a ver com nada, e nada será nada. (total desafogo e agonia, e rapidez na escrita necessários)
O cego não pensa, dá meia volta e segue o seu caminho. Não é correcto ou é, não sei. A maioria das conclusões a que chego são uns “não sei”. Estranhos. Está assim chegando outro.
Isto está tudo mal(espero que tenham percebido isso, e que nada faz sentido) Será que fará, amanha. É provável. Que não. Faça. (aglomerado de asneiras e continuação da escrita rápida com o que surge, e nem é pensado)
Mas agora, há crise, estão tristes, por isto não fazer o mínimo sentido, se calhar faz, até, é outro assunto. Mas ninguém perde nada por isto, desde que não haja esperança.
A esperança é algo a que nos juntamos sempre que fazemos merda, invariavelmente.
(Tudo isto é inválido. Não serve para nada, nem para ser lido, exceptuando, o paragrafo inicial)
Que merda…
Ei mas just fucking words :D
Para ambos os lados.
João:
O que eu quero, é que isto não seja verdade, e que não sejam apenas palavras, embora tema que possam ser. Gostava de escrever a boa e perspicaz mensagem, de evocar os melhores sentimentos. Gostava que gostassem, é só! Redundante, ahm?
ok, e agora? e depois? - post feito antes destes dois ultimos abaixo)
Just fuckin words (triste verdade?)
Tudo o que está aqui. Para que é que serve isso tudo? Pra nada. São palavras, tão ali e não mudam nada. O que me importa, vem das pessoas, está dentro delas, mais nada. Ponto! É uma merda, esta preguiça, vinda de eu não saber pra que é que escrevo. Farta-me para ambos os lados.
Toda esta moral, aqui neste blog, vagabundo, é vã, se não evocar efeitos na vida das pessoas. Eu quero que sim, mas vejo algo que não se assemelha àquilo que é essa conquista. (introdução, explicação à tese)
(a partir daqui, estou insão… insão, eu disse insão. E escrevo o que mais rápido aparece em mente, é sem sentido)
Toda a conclusão e moral, a que se chega após a reflexão é sempre sem sentido. Uma vez que se há a necessidade de se pensar um bocado, reflectir, algo está mal. E contrariamente ao que é sempre feito, e reflectidamente feito a seguir, nunca cabe bem, naquilo que é o sentido prático da vida das pessoas. È algo para além de qualquer problema, é algo que tem de ser feito sem pensar, senão haverá a hipótese de falhar, e haverá a falha e estará tudo perdido. Está tudo perdido, reflectido, e pensado, nada mais, há a fazer o começo do novo que não terá a ver com nada, e nada será nada. (total desafogo e agonia, e rapidez na escrita necessários)
O cego não pensa, dá meia volta e segue o seu caminho. Não é correcto ou é, não sei. A maioria das conclusões a que chego são uns “não sei”. Estranhos. Está assim chegando outro.
Isto está tudo mal(espero que tenham percebido isso, e que nada faz sentido) Será que fará, amanha. É provável. Que não. Faça. (aglomerado de asneiras e continuação da escrita rápida com o que surge, e nem é pensado)
Mas agora, há crise, estão tristes, por isto não fazer o mínimo sentido, se calhar faz, até, é outro assunto. Mas ninguém perde nada por isto, desde que não haja esperança.
A esperança é algo a que nos juntamos sempre que fazemos merda, invariavelmente.
(Tudo isto é inválido. Não serve para nada, nem para ser lido, exceptuando, o paragrafo inicial)
Que merda…
Ei mas just fucking words :D
Para ambos os lados.
João:
O que eu quero, é que isto não seja verdade, e que não sejam apenas palavras, embora tema que possam ser. Gostava de escrever a boa e perspicaz mensagem, de evocar os melhores sentimentos. Gostava que gostassem, é só! Redundante, ahm?apontamento (não sendo o autor o sujeito poético, acha ele)
Come, dorme. Descansa? A almofada é alta,
E o que mata a fome, é bom? Descansar é outra
Coisa.
(apontamento, que peca pelo facto do autor não, envolver, aqui, um pensativo cigarro, ou um carismático wisky; pois é um inadaptado ás coisas boas da sobremodernidade)
Haverá mais? Será que acaba aqui?
Ou ele está cansado, por outro motivo que possa ser aqui revelado? É preciso isso?
(Sobre tudo o que quer que faça, pense, pense em pensar, vêm cair milhares de perguntas, todas válidas, agonizando-me, fazendo-me entrar em algo novo, que novamente irá ser infestado de perguntas, o que me impulsiona para a parar. Mas pode mudar, a maneira como a realidade nos surge.)
dúvida - refleção - conclusão - realidade - duvida
Porém, pergunto-me, para que servem todos esses pensamentos, essas reflexoes, e esses textos, se não passam disso mesmo... tão a ver?
Quem me dera conseguir passar a esse nível, econtrar uma forma de fazer com que a reflexão e as suas conclusões façam melhorar o estado de espirito das pessoas.
Lanço , então, talvez, algo que poderá servir para nova reflexão, e dar um passo no sentido de nos livrarmos da agonia que é não saber o qe fazer com tanto pensamento. É o seguinte: E se for a forma como nós reflectimos, que deverá ser tida em conta para a vida prática? E se for a maneira e o raciocinio utilizados na busca pelas conclusões, que poderão ser usados nessa mesma busca, agora no concreto real objectivo de acordar e sentir que se quiser posso sorrir. Ainda, sor a forma do "se": será que é o instinto de procurar ver o lado positivo da refleção e da conclusão, que deve ser o mesmo usado na perseguição por algo, pá, bom? Não sei, e tenho medo de errar, ou enganar-me ao escrever mais, pelo que fico por aqui, sem prosseguir na refleção. Talvez a retome após esta escrita. Mas permanecerá, como tem sido, de resto, costume, a duvída, e o receio de que o final que chegue seja inutil.
João Sousa, está aqui, e continua a escrever.
(é propositada a passagem à 1ª pessoa)
