Juro que não.
Juro que estou.
Juro que o meu chão,
Ia jurar que desabou.
Juro que sim,
Juro que gosto.
Poderia jurar
Mas gosto,
Não juro.
Não é de agora.
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
domingo, 19 de outubro de 2008
Não sei
Faço tudo porque gosto das pessoas.
Eu gosto das pessoas.
Eu não sou pessoa?
Eu não sei, e tenho medo disso.
Quer o que quer que seja, gosto!
jo james
Eu gosto das pessoas.
Eu não sou pessoa?
Eu não sei, e tenho medo disso.
Quer o que quer que seja, gosto!
jo james
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Consigo Viver
Consigo viver
O último Verão, ainda.
Apesar de
Orgulhosamente
Ela ainda arder.
Procura.
… No meu cérebro.
Agora estou aqui.
Agora estou aqui.
Por que raio
Estou aqui a fazer isso?
Por quem me faço passar?
Todos singularmente
Comuns!
jo james
O último Verão, ainda.
Apesar de
Orgulhosamente
Ela ainda arder.
Procura.
… No meu cérebro.
Agora estou aqui.
Agora estou aqui.
Por que raio
Estou aqui a fazer isso?
Por quem me faço passar?
Todos singularmente
Comuns!
jo james
sábado, 4 de outubro de 2008
A minha realidade neste 'agora'?
Ouvindo música
E tentando escrever.
E escrevendo
Por que tem que ser!
jo james
E tentando escrever.
E escrevendo
Por que tem que ser!
jo james
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Nunca excitar?
Nunca excitar?
Só na hora da ida.
Até lá tudo muda.
Há o que não quero que mude
E ao mesmo tempo que mude.
E então?
Viver no desassossego,
Na monotonia, e constante tristeza e dor?
Nunca excitar, só na hora da morte?
Quem me dera responder! E respondo.
jo james
Só na hora da ida.
Até lá tudo muda.
Há o que não quero que mude
E ao mesmo tempo que mude.
E então?
Viver no desassossego,
Na monotonia, e constante tristeza e dor?
Nunca excitar, só na hora da morte?
Quem me dera responder! E respondo.
jo james
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Tão bom, não é? Eu gosto.
"Foi um momento
O em que pousaste
Sobre o meu braço,
Num movimento
Mais de cansaço
Que pensamento,
A tua mão
E a retiraste.
Senti ou não?
Não sei.
Mas lembro
E sinto ainda
Qualquer memória
Fixa e corpórea
Onde pousaste
A mão que teve
Qualquer sentido
Incompreendido.
Mas tão de leve!...
Tudo isto é nada,
Mas numa estrada
Como é a vida
Há uma coisa
Incompreendida...
Sei eu se quando
A tua mão
Senti pousando
'Sobre o meu braço,
E um pouco, um pouco,
No coração,
Não houve um ritmo
Novo no espaço?
Como se tu,
Sem o querer,
Em mim tocasses
Para dizer
Qualquer mistério,
Súbito e etéreo,
Que nem soubesses
Que tinha ser.
Assim a brisa
Nos ramos diz
Sem o saber
Uma imprecisa Coisa feliz."
Fernado Pessoa
Adorei, lixe-se quem não gostar e impuser!
O em que pousaste
Sobre o meu braço,
Num movimento
Mais de cansaço
Que pensamento,
A tua mão
E a retiraste.
Senti ou não?
Não sei.
Mas lembro
E sinto ainda
Qualquer memória
Fixa e corpórea
Onde pousaste
A mão que teve
Qualquer sentido
Incompreendido.
Mas tão de leve!...
Tudo isto é nada,
Mas numa estrada
Como é a vida
Há uma coisa
Incompreendida...
Sei eu se quando
A tua mão
Senti pousando
'Sobre o meu braço,
E um pouco, um pouco,
No coração,
Não houve um ritmo
Novo no espaço?
Como se tu,
Sem o querer,
Em mim tocasses
Para dizer
Qualquer mistério,
Súbito e etéreo,
Que nem soubesses
Que tinha ser.
Assim a brisa
Nos ramos diz
Sem o saber
Uma imprecisa Coisa feliz."
Fernado Pessoa
Adorei, lixe-se quem não gostar e impuser!
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