Mas ontem sorri eu, e hoje sorris tu!
No entanto, ambos sorrimos,
Porque se o é tudo o que dizes
E eu hoje sorri também.
jo james
terça-feira, 30 de setembro de 2008
domingo, 28 de setembro de 2008
A noite toda
A noite toda
Sou eu capaz de ficar,
Aqui, mesmo aqui…
… No tal sitio,
No nosso – que sim, que quero que seja nosso.
Na dureza mole,
Fria e aconchegante
D’um resto de rocha.
Plateia, primeira classe
Para um grande espectáculo,
O melhor,
Uma chuva de estrelas
Literalmente.
Onde as sombras,
Formosas
Também se concretizavam em seres,
Em coisas, ou imaginações.
Ah ah, pensamento,
Ou cansaço?
Foi ponto de partida,
Para tudo o que há.
Ou quase tudo?
Tudo e quase tudo ao mesmo tempo, espero eu.
Pois tudo o que de menos bom se passou
Que tenha sido tudo, não falte mais.
E tudo o que de bom ficou,
Seja em diante
Elevado ao infinito
Sem que percebamos, sequer,
Uma ínfima parte.
Foi um início do clímax
Que foi aquela recta final.
Propulsora de emoções
E de coisas sentimentaisEm proporções harmoniosas.
Foi o princípio duma confirmação.
O que antes podia ser,
Agora era. Tinha de ser!
Tanto que se passou,
Como se de uma adaptação se tratasse.
E que adaptação! E que argumento!
Parecendo mais pensado,
Embora tivesse sido mais cansaço.
Aconteceu.
Quase como profecia.
E foi bom, e fiquei leve
Com o peso de ter-lhe contado.
Com o não querer a sua mudança.
Mas nem sei o que dizer,
Para descrever a sua postura e reacção
Que em suma, pois não existem as palavras
Fizeram com que escrevesse esta canção.
Sou eu capaz de ficar,
Aqui, mesmo aqui…
… No tal sitio,
No nosso – que sim, que quero que seja nosso.
Na dureza mole,
Fria e aconchegante
D’um resto de rocha.
Plateia, primeira classe
Para um grande espectáculo,
O melhor,
Uma chuva de estrelas
Literalmente.
Onde as sombras,
Formosas
Também se concretizavam em seres,
Em coisas, ou imaginações.
Ah ah, pensamento,
Ou cansaço?
Foi ponto de partida,
Para tudo o que há.
Ou quase tudo?
Tudo e quase tudo ao mesmo tempo, espero eu.
Pois tudo o que de menos bom se passou
Que tenha sido tudo, não falte mais.
E tudo o que de bom ficou,
Seja em diante
Elevado ao infinito
Sem que percebamos, sequer,
Uma ínfima parte.
Foi um início do clímax
Que foi aquela recta final.
Propulsora de emoções
E de coisas sentimentaisEm proporções harmoniosas.
Foi o princípio duma confirmação.
O que antes podia ser,
Agora era. Tinha de ser!
Tanto que se passou,
Como se de uma adaptação se tratasse.
E que adaptação! E que argumento!
Parecendo mais pensado,
Embora tivesse sido mais cansaço.
Aconteceu.
Quase como profecia.
E foi bom, e fiquei leve
Com o peso de ter-lhe contado.
Com o não querer a sua mudança.
Mas nem sei o que dizer,
Para descrever a sua postura e reacção
Que em suma, pois não existem as palavras
Fizeram com que escrevesse esta canção.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Influencias - e uma pequenita noção...
Pá. Vi e gostei , a sério, mais nada. Pronto gostei.
"Sim, sei bem
Que nunca serei alguém.
Sei de sobra
Que nunca terei uma obra.
Sei, enfim,
Que nunca saberei de mim.
Sim, mas agora,
Enquanto dura esta hora,
Este luar, estes ramos,
Esta paz em que estamos,
Deixem-me crer
O que nunca poderei ser."
...
"Foi um momento
O em que pousaste
Sobre o meu braço
Num movimento
Mais de cansaço
Que pensamento,
A tua mão
E a retiraste.
Senti ou não?"
E agora, um excerto, afinal se Pessoa o diz.
"Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada."
"Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma."
"O mais que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca..."
Espero que tenham gostado.. e espero poder esperar, sequer, que tenham gostado!
"Sim, sei bem
Que nunca serei alguém.
Sei de sobra
Que nunca terei uma obra.
Sei, enfim,
Que nunca saberei de mim.
Sim, mas agora,
Enquanto dura esta hora,
Este luar, estes ramos,
Esta paz em que estamos,
Deixem-me crer
O que nunca poderei ser."
...
"Foi um momento
O em que pousaste
Sobre o meu braço
Num movimento
Mais de cansaço
Que pensamento,
A tua mão
E a retiraste.
Senti ou não?"
E agora, um excerto, afinal se Pessoa o diz.
"Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não o fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada."
"Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma."
"O mais que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca..."
Espero que tenham gostado.. e espero poder esperar, sequer, que tenham gostado!
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Biologia
Deveria ser proibida a não assistencia a certas aulas de Biologia do 12º por parte dos alunos de Fisica do 12º. A sério, devia.
Basicamente, porque aquilo é extremamente importante e muito mais avançado do que a própria disciplina de Física no ramo da Engenharia aeroespacial.
Não me conformo por que raio é que nós, os de Fisica andamos a aprender a derivar.. portanto as derivadas, e os catraios da Biologia já andam a ser leccionados sobre um dos mais fascinantes movimentos que existem.. que é o movimento do vaivém, e que quando são muitos de uma vez, que às vezes acontece, são chamados movimentos de vaivém. Caros programadores de programas lectivos de 12º ano tenham isto em conta... Ou não... Não! Tenham, tenham isto em conta sim.
Basicamente, porque aquilo é extremamente importante e muito mais avançado do que a própria disciplina de Física no ramo da Engenharia aeroespacial.
Não me conformo por que raio é que nós, os de Fisica andamos a aprender a derivar.. portanto as derivadas, e os catraios da Biologia já andam a ser leccionados sobre um dos mais fascinantes movimentos que existem.. que é o movimento do vaivém, e que quando são muitos de uma vez, que às vezes acontece, são chamados movimentos de vaivém. Caros programadores de programas lectivos de 12º ano tenham isto em conta... Ou não... Não! Tenham, tenham isto em conta sim.
Média Informação
O gato fedorento vai começara emitir dentro em breve na S%C - (Receio que o José Eduardo Moniz... que passa a vida aqui, pá, tenha problemas) portanto ia eu a dizer que quando começar então a emissão do Gato Fedorento, qualquer semelhança que possa existir entre as piadas ditas pelo quarteto, especialmente pelo RAP, e um qualquer texto que aqui possa estar é pura coincidência, ou casualidade.
Postas estas palavras, pá, não percam - Gato Fedorento, na SIC.
Postas estas palavras, pá, não percam - Gato Fedorento, na SIC.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Happy Birthday
" Irei para o céu? Não. Não quero ir. O Inferno é muito melhor. Imaginem lá a quantidade de pessoas interessantes que teremos a oportunidade de conhecer!
C'est la vie!
Quando morrer, quero ser recordado como um músico de algum valor e substância. Não sei como irei ser recordado. Não pensei nisso - assunto arrumado. Não, não pensei de facto nisso. Não me ponho a matutar: «Valha-me Deus! Será que alguem se vai lembrar de mim quando eu morrer?» É com eles. Quem é que se vai ralar com isso quando eu morrer? Eu não!
«Obrigado, que Deus vos abençoe, tenham sonhos cor de rosa... seus estupores!»"
E é com este peqeno excerto do livro Freddie Mercury - Auto Retrato que assinalo aqui os 62 anos do vocalista dos Queen
C'est la vie!
Quando morrer, quero ser recordado como um músico de algum valor e substância. Não sei como irei ser recordado. Não pensei nisso - assunto arrumado. Não, não pensei de facto nisso. Não me ponho a matutar: «Valha-me Deus! Será que alguem se vai lembrar de mim quando eu morrer?» É com eles. Quem é que se vai ralar com isso quando eu morrer? Eu não!
«Obrigado, que Deus vos abençoe, tenham sonhos cor de rosa... seus estupores!»"
E é com este peqeno excerto do livro Freddie Mercury - Auto Retrato que assinalo aqui os 62 anos do vocalista dos Queen
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